quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Documentário “ANTES DO DILÚVIO”
O clima está a mudar.
Não adianta fechar os olhos e fingir que nada está a acontecer.
Estar informado é essencial para a mudança de atitudes e salvar este nosso bonito planeta.
No dia 31 de Outubro passou na RTP1 o excelente documentário com Leonardo Dicaprio “ANTES DO DILÚVIO”.
Este novo documentário da National Geographic Channel 'Before the Flood' aborda as alterações climáticas e as soluções para combater as ameaças ao nosso planeta.
Pode ver o documentário “ANTES DO DILÚVIO” legendado, em:
https://www.youtube.com/watch?v=-Kj-k1D3hdk
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Desapareceu o Paul da Vila da Marmeleira
A única zona húmida do Concelho de Rio Maior está a desaparecer.
O Paul da Vila da Marmeleira era
o refúgio para várias aves migratórias.
Zona com uma biodiversidade muito
interessante era o habitat de vários animais.
Desde o Verão deste Ano que tudo
mudou.
Começou uma grande movimentação
de terras e toda a zona do Paul foi aterrada.
A ribeira que passava pelo Paul
viu as suas margens restringidas, bem como o estrangulamento da livre
movimentação de águas em vários pontos.
Este é mais um atentado ambiental
que deve de ser denunciado.
É tempo de vermos o património natural
ser protegido. Não podemos estar a assistir a esta destruição sem tomarmos uma
posição, pois o que se está a passar até pode ser legal, mas não é correcto.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Glifosato - Programa Biosfera - RTP2
Programa Biosfera, episódio 31, da RTP2
Este episódio dedica-se ao Glifosato, o herbicida mais usado
em Portugal, e aos seus problemas para a saúde das populações (humanos e animais).
Pode visualizar o episódio em:
Neste artigo é demonstro que o herbicida Glifosato é:
- Proibido em algumas regiões
- Bastante tóxico
- Potencialmente cancerígeno
- Causa provável de doenças intestinais
- Causa provável de doenças auto-imunes
- Causa provável no aparecimento de linfomas
Devido ao uso intensivo do Glifosato como pesticida, já
começa a se sentir a sua presença na água usada para consumo pelas populações.
Alternativas ao Glifosato existem e algumas bastantes
simples, como a monda térmica.
A renovação da autorização utilização do Glifosato no espaço
comunitário terá de ser decidida até final do mês de Maio de 2016. Cabe-nos
agora decidir se queremos continuar a usar este produto durante mais 15 anos.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Limpeza de terrenos
A legislação em vigor, sobre a manutenção das faixas de gestão de combustíveis em propriedades privadas e públicas, determina que os donos dos terrenos procedam à limpeza voluntária das suas propriedades.
O Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (GIPS) da GNR, os serviços da Protecção Civil e Bombeiros Municipais, estão a efectuar acções de fiscalização, no sentido de detectar infracções.
A falta de limpeza dos terrenos é uma infracção do foro contra-ordenacional, e os seus responsáveis incorrem em coimas que vão de 140 a 5.000 euros, no caso de pessoas singulares, e de 800 a 60.000 euros, para pessoas colectivas.
A lei estabelece ainda que, caso os proprietários não assegurem a gestão das faixas de combustíveis dentro dos prazos estabelecidos, os municípios poderão proceder aos trabalhos de limpeza de forma coerciva, imputando-lhes posteriormente os respectivos custos.
- Como deve
ser feita a limpeza do terreno?
Pode
conhecer as obrigações legais para a limpeza de terrenos ou melhor, a gestão de
combustíveis, no artigo anteriormente publicado para análise do disposto no
anexo ao Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de Junho, alterado pelo Decreto-lei
n.º 17/2009, de 14 de Janeiro.
Mas a
regra geral, é que se façam intervenções de modo a garantir a descontinuidade
horizontal e vertical dos vários estratos arbóreo, arbustivo e rasteiro
(limpeza de matos, silvas e vegetação diversa, desramação e redução de
densidades).
Para
além disso, as copas das árvores e arbustos devem estar distanciadas no mínimo
5 metros das edificações e nunca se podem projectar sobre o seu telhado. Nas
faixas confinantes com edificações não podem ocorrer acumulações de
combustíveis como lenhas, madeira, ou sobrantes de exploração florestal ou
agrícola, bem como outras substâncias altamente inflamáveis.
O que
diz o Decreto-Lei n.º 17/2009, de 14 de Janeiro
–
Conserve uma faixa pavimentada em redor da habitação (de 1 a 2 metros);
–
Mantenha as árvores em redor da habitação sem ramadas 4 metros acima do solo (ou
50% da altura total da árvore se esta tiver menos de 8 metros) e providencie
para que as copas se encontrem distantes umas das outras pelo menos 4 metros;
–
Certifique-se de que as árvores e arbustos se encontram, pelo menos, 5 metros
afastados da edificação e que os ramos nunca se projectam sobre a cobertura;
–
Conserve o terreno limpo num raio de 50 metros em redor da habitação [por
exemplo, para proteger os seus bens e criar uma área de segurança para a
actuação dos bombeiros], segundo as orientações do anexo ao Decreto-Lei n.º
17/2009;
–
Mantenha os sobrantes de exploração agrícola ou florestal (estrumeiras, mato para
cama de animais, etc) fora da faixa de 50 metros em redor da habitação;
–
Mantenha as botijas de gás e outras substâncias inflamáveis ou explosivas longe
da habitação [a mais de 50 metros] ou em compartimentos isolados;
– Guarde
as pilhas de lenha afastadas da habitação (a mais de 50 metros) ou em
compartimento isolado.
quinta-feira, 17 de março de 2016
Saúde dos Munícipes de Rio Maior e Herbicidas
A carta que o nosso concidadão
João Correia enviou à Sr.ª presidente da Câmara, vem no mesmo sentido e reforça
o convite/proposta que o movimento "Ar Puro" fez, em forma de carta
aberta, à Câmara e a todas as juntas e uniões de juntas, em 14 de Julho de
2015, a que as referidas entidades não se dignaram responder ou tornarem
pública a sua posição.
“
Cara Sr.ª Presidente da Câmara
Municipal de Rio Maior;
A Câmara Municipal do Porto já não
usa o herbicida glifosato, por razões de saúde, seguindo orientações
internacionais, optando por formas não químicas de controlo de infestantes,
evitando assim a exposição de pessoas, animais e o ambiente em geral a um
agente potencialmente cancerígeno.
Recorde-se que o uso deste químico
foi já banido na Dinamarca, bastante condicionado noutros, sendo objeto de uma
enorme controvérsia científica, dado a maior parte da investigação científica
produzida ser da responsabilidade da própria empresa que o fabrica (Monsanto),
num claro conflito de interesses.
Esperemos que a edilidade de Rio
Maior, bem como as juntas, sigam o mesmo caminho.
“
Em março de 2015, a Agência Internacional para a Investigação Contra o
Cancro (AIIC) da Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou o pesticida
glifosato como "cancerígeno provável para o ser humano". Nesse mesmo
mês, a autarquia do Porto interrompeu definitivamente a utilização desse
produto no controlo de plantas invasoras, passando a utilizar a monda mecânica
nos arruamentos, parques, jardins e terrenos da cidade.
CDU quer proibir uso de glifosato em espaços públicos no Concelho da Horta
quarta-feira, 16 de março de 2016
Novo incidente na central nuclear de Almaraz.
No final do mês passado houve mais um problema na central nuclear de Almaraz
que provocou uma paragem superior a 48 horas.
Recordamos que esta central se encontra sobre o rio Tejo e
perto da fronteira portuguesa. A instalação não tem bacia de retenção, que
possa reter água contaminada, o que representa um grande perigo de contaminação
de toda a bacia hidrográfica do Tejo.
Já no início de Fevereiro, inspectores do Conselho de
Segurança Nuclear de Espanha tinham alertado para “falhas no sistema de
arrefecimento de serviços essenciais da central nuclear” espanhola, referindo
“não haver garantias suficientes de que as bombas de água do sistema de
serviços essenciais da central operem com normalidade”.
O risco pode não compensar, pois a produção eléctrica é
reduzida representa a produção de cerca 2.090 MWh enquanto a produção eólica
espanhola já vai em mais de 23.000 MWh.
Pode ler a notícia publicada pelo Jornal Público.
https://www.publico.pt/local/noticia/nova-avaria-na-central-nuclear-de-almaraz-1724026
https://www.publico.pt/local/
Se ainda não assinou a petição contra a poluição do Tejo:
http://peticaopublica.com/
domingo, 14 de fevereiro de 2016
DEFESA DO RIO TEJO E SEUS AFLUENTES
REDE CIDADÃ
DE DEFESA DO RIO TEJO E SEUS AFLUENTES
Esta
reportagem da TVE é de 2014, demonstração cabal que o problema não surge em
2015, tem décadas e os governos, o Estado português não fez nada para defender
os seus interesses, perante as autoridades do país vizinho nem no combate à
poluição a nível nacional.
Perante este quadro de completa complacência das autoridades competentes, convidamos todos os cidadãos a unirem-se, em torno da defesa da vida No rio Tejo e seus afluentes, e a exigirem das entidades responsáveis a realização de acções rigorosas que ponham fim a estes crimes. Com esse objectivo, convidamos todos os nossos concidadãos a estarem atentos e a informar as autoridades locais, regionais e nacionais, de todos os focos de poluição que detectarem e a assinarem a PETIÇÃO CONTRA A POLUIÇÃO DO RIO TEJO E SEUS AFLUENTES.
Perante este quadro de completa complacência das autoridades competentes, convidamos todos os cidadãos a unirem-se, em torno da defesa da vida No rio Tejo e seus afluentes, e a exigirem das entidades responsáveis a realização de acções rigorosas que ponham fim a estes crimes. Com esse objectivo, convidamos todos os nossos concidadãos a estarem atentos e a informar as autoridades locais, regionais e nacionais, de todos os focos de poluição que detectarem e a assinarem a PETIÇÃO CONTRA A POLUIÇÃO DO RIO TEJO E SEUS AFLUENTES.
REDE CIDADÃ
DE DEFESA DO RIO TEJO E SEUS AFLUENTES
Esta
iniciativa tem por objectivo, que os cidadãos ao detectarem fontes de poluição
possam informar directamente as autoridades responsáveis pela fiscalização
ambiental:
Agência
Portuguesa do Ambiente - Email: geral@apambiente.pt
Tel: (351)
214 728 200 / Fax: (351) 214 719 074;
APA - Administração da Região Hidrográfica do Tejo e Oeste
Email: arht.geral@apambiente.pt
Telefones:
Santarém: 243 109 600 / Fax: 243 109 601;
Santarém: 243 109 600 / Fax: 243 109 601;
Caldas da
Rainha: 262 100 630 / Fax: 262 100 63;
SEPNA/GNR - Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da Guarda Nacional Republicana - Email: sepna@gnr.pt e co.dsepna@gnr.pt
Linha SOS Ambiente e Território: 808 200 520
Comando Territorial de Santarém: Tel: 243 304 500 / Fax: 243 304 509
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