Este vídeo foi apresentado como abertura ao debate do último Domingo.
Através de imagens simples, tenta-se mostrar o curso do rio Maior desde a sua nascente nas Bocas até ao seu encontro com o rio Tejo em Azambuja.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Movimento Ar Puro na Maior TV
Reportagem da Maior TV
sobre o debate "O rio Maior: estado ecológico e potencialidades",
promovido pelo Movimento Ar Puro
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Debate e exposição 'rio Maior: estado ecológico e potencialidades'
Hoje, dia 20 de Fevereiro, em São João de Ribeira, realizou-se o debate sobre o rio Maior, seu estado ecológico e potencialidades.
O debate que contou com a presença de mais de sessenta pessoas foi moderado por Maria Emilia do Movimento Cívico Ar Puro.
Valdemar Gomes do Clube do Mato fez a interligação entre as actividades do clube e o rio Maior. Numa iniciativa realizada pelo Clube do Mato à somente 10 anos, ainda se observou pessoas a lavarem no rio e alguma actividade piscatória.
Nazaré Varela, uma amiga de São João da Ribeira mostrou os estudos que tem vindo a realizar sobre a terra e que estão compilados num livro que espera vir a poder publicar. Entre outros factos muito interessantes, deu conta de documentos que provam que o rio antes de se chamar Rio Maior se chamava Rio São Joan.
Paulo Constantino da ProTejo (Movimento pelo Tejo) informou os presentes das iniciativas que têm sido tomadas para tentar preservar o rio Tejo e as preocupações com os transvases de água no lado de Espanha. Referindo-se mais concretamente ao rio Maior, fez um breve resumo histórico, mostrando uma carta em que o rio desaguava no Tejo junto a Santarém. Foram referidos vários riscos para o rio Maior, como o elevado nível de assoreamento, o mau estado de conservação das margens e a poluição que algumas actividades económicas provocam.
Carlos Frasão, Vice-presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, também recordou o tempo em que se tomava banho no rio Maior. Deu conhecimento que a Câmara Municipal está a tentar obter fundos para um plano de reabilitação da zona ribeirinha compreendida entre a nascente, a antiga Moagem Maria Celeste e a zona da Villa Romana de modo a criar um espaço de lazer e de interligação dos riomaiorenses com o seu rio. A execução desta obra seria para ser realizada até 2030.
Seguiu-se o debate entre as várias pessoas presentes na sala que revelaram saudades do tempo em que o rio Maior era limpo e preocupações com o seu estado actual e com as várias fontes de poluição, nomeadamente de algumas suiniculturas e empresas de conservas.
A exposição mostrou imagens antigas e actuais do rio Maior. Nas imagens antigas era notória a grande relação das pessoas com o rio que aí tomavam banho, lavavam a roupa, tinham as suas azenhas e noras e também servia de passeio nos dias quentes de Verão.
A exposição contou ainda com desenhos feitos pelas crianças das escolas EB1 de Arrouquelas e de São João da Ribeira.
Os versos de Ruy Belo estiveram presentes nos diversos quadros pois a sua poesia continua actual e muito ligada a esta terra.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Alunos das escolas primárias desenham o rio Maior.
A pedido do Movimento Cívico Ar Puro, os alunos das escolas EB1 de São João da Ribeira e de Arrouquelas estiveram a desenhar o rio Maior.
Segundo foi referido pelas professoras, havia um grande desconhecimento por parte dos alunos de que pelo nosso concelho passa um rio e que como o seu próprio nome indica, já foi grande.
Estes trabalhos, vão estar expostos no debate 'O rio Maior, estado ecológico e potencialidades' que vai ser realizado no próximo dia 20 de Fevereiro às 15:00 no salão da União Recreativa Sanjoanense.
Pode ver os alunos da escola EB1 de Arrouquelas a desenharem o rio no seguinte link:
http://superarrouquelas.blogspot.com/2011/02/o-rio-maior-visto-por-nos.html
Segundo foi referido pelas professoras, havia um grande desconhecimento por parte dos alunos de que pelo nosso concelho passa um rio e que como o seu próprio nome indica, já foi grande.
Estes trabalhos, vão estar expostos no debate 'O rio Maior, estado ecológico e potencialidades' que vai ser realizado no próximo dia 20 de Fevereiro às 15:00 no salão da União Recreativa Sanjoanense.
Pode ver os alunos da escola EB1 de Arrouquelas a desenharem o rio no seguinte link:
http://superarrouquelas.blogspot.com/2011/02/o-rio-maior-visto-por-nos.html
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Movimento Ar Puro na Assembleia da República
No dia 4 de Janeiro, o Movimento Ar Puro foi recebido na Assembleia da República por diversos grupos parlamentares.
Foi bom sentir que o problema da poluição ambiental resultante do mau funcionamento de algumas das suiniculturas de Ribeira de São João e de São João da Ribeira sensibilizou aqueles que nos representam na Assembleia da República.
Não se pode pretender qualidade de vida e desenvolvimento sustentado para os habitantes de Rio Maior e ao mesmo tempo fechar os olhos e permitir que o mau cheiro, a poluição dos ribeiros e do Rio Maior e as infestações continuem, sem que se cumpra a legislação vigente.
«Por causa da poluição suinícola em São João da Ribeira e Ribeira de São João»
«Movimento «Ar Puro» foi à Assembleia da República»
In Região de Rio Maior, 7 de Janeiro de 2011:
«(...) uma delegação do movimento ambientalista riomaiorense «Ar Puro» deslocou-se à Assembleia da República, onde teve reuniões com João Sequeira, deputado do Partido Socialista e membro da Comissão Parlamentar de Ambiente, Pedro Soares, deputado do Bloco de Esquerda e presidente da Comissão Parlamentar de Agricultura e Joaquim Correia, assessor do Grupo Parlamentar do Partido Ecologista «Os Verdes».
A delegação do «Ar Puro», composta por António Costa, Annick Robin, Conceição Santa Bárbara e Luís Carvalho expôs junto dos seus interlocutores o problema da poluição cuasada por suiniculturas nas freguesias de S. João da Ribeira e Ribeira de S. João.
O deputado João Sequeira, natural de Rio Maior, revelou que já abordou informalmente o problema junto do secretário de Estado do Ambiente e aguarda por mais informações, nomeadamente pelas respostas do governo aos requerimentos apresentados no parlamento, em Novembro último, pelo deputado José Gusmão, do Bloco de Esquerda.
Já o Partido Ecologista «Os Verdes» manifestou a sua disponibilidade para visitar brevemente a zona afectada.
Estas reuniões na Assembleia da República realizaram-se na sequência de cartas enviadas pelo «Ar Puro» a todos os grupos parlamentares, no pretérito mês de dezembro.
Na mesma ocasião, e sobre o mesmo problema, este movimento ambientalista cotnactou,k também por via postal, a Câmara Municipal de Rio Maior, o Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território, a Inspeção-Geral do Ambiente, o Provedor de Justiça, o Governo Civil de Santarém, a Direção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo, a Direção-Geral de Veterinária, a Administração da Região Hidrográfica do Tejo, a Autoridade de saúde Pública de Rio Maior, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e as Juntas de Freguesia de São João da Ribeira e Ribeira de São João.»
Algumas fotos com alguns dos grupos parlamentares que nos receberam:
| «Ar Puro» com João Sequeira, do PS |
| «Ar Puro» com Pedro Soares, do BE |
| «Ar Puro» com Joaquim Correia, do PEV |
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Governo chumbou cimenteira em Rio Maior
In Cidadania RM, 1 de Dezembro de 2010:
«O
projecto foi promovido pela empresa TECNOVIA e consistia basicamente em
se criar na zona da pedreira que esta empresa já possui no lugar de
‘Senhora da Luz’ uma cimenteira. A TECNOVIA pretendia investir cerca de
100 milhões de euros e criar cerca de 100 postos de trabalhos.
O
projecto começou logo a gerar muitas desconfianças pois foi posto em
consulta pública no mês de Agosto e sem ser publicitado. O local
pretendido para a implementação da cimenteira foi o grande ponto de
discórdia pois fica numa zona protegida, ás portas da cidade de Rio
Maior e como os ventos dominantes são de Noroeste as finas partículas
resultantes da moagem iriam-se espalhar por todo o concelho podendo
provocar problemas de saúde a todos os seus habitantes. A passagem de um
elevado número de camiões pelas estradas locais e a aparente
incompatibilidade de se querer uma cidade do desporto com a cimenteira,
levou a que um grupo de cidadãos se começasse a mobilizar.
Foi
criada uma petição na Internet ‘Em defesa do Desenvolvimento e do
Ambiente de Rio Maior’ que contava mais de 300 assinaturas, envolvimento
do movimento cívico ‘Ar Puro’ que promoveu um debate sobre o projecto
da cimenteira e outras iniciativas que foram realizadas com o intuito de
questionar o projecto e reduzir ou eliminar os seus pontos mais
negativos. O projecto foi de imediato contestado por diversas
organizações ambientalistas que emitiram pareceres negativos, como a
Quercus, a Oikos e a Geota.
As razões do chumbo do Ministério do Ambiente foram basicamente as seguintes:
- Incompatibilidade do projecto com os instrumentos de gestão territorial
(Lembrar
que a cimenteira iria ficar dentro da ‘Rede Natura 2000 PTCON 0015’,
ser vizinha do ‘Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros’ e
situar-se a menos de 2Km da cidade de Rio Maior).
- Grande perturbação no trânsito
(Estava
previsto o trânsito de cerca de 20 camiões por hora o que iria
sobrecarregar as estradas, nomeadamente a estrada nacional 1).
- Falta de clareza e ambiguidades quanto ao processo de fabrico
(No projecto que foi levado a consulta pública nada indicava o tipo de equipamentos que iriam ser instalados).
- Falta de justificação para a construção da fábrica de cimento
(Num
raio de 60km existem já 3 cimenteiras e devido à crise económica
actual, a capacidade instalada no país para o fabrico de cimento é
claramente excedentária).
- A futura linha do TGV Lisboa-Porto deverá atravessar na área pretendida para a construção da cimenteira
(A
criação da cimenteira iria obrigar a redesenhar o traçado da ligação de
alta velocidade entre Lisboa e Porto ou então, à cimenteira ir buscar a
matéria-prima integralmente a outras pedreiras pois a linha de comboio
vai provavelmente implicar a paragem da pedreira).
Penso
que as razões do chumbo da proposta para a criação da cimenteira são
razoáveis e que de alguma forma vão ao encontro das pretensões de grande
parte dos habitantes do concelho. É legitimo pensar que em tempo de
crise não se deva rejeitar investimentos e postos de trabalho, mas este
projecto poderia trazer grandes problemas de saúde para os habitantes,
bem como a perda de investimentos e postos de trabalho noutros sectores.
Não sou contra a cimenteira, não concordo é com a localização proposta.»
(Américo Cardoso)
sábado, 27 de novembro de 2010
Movimento Ar Puro promoveu primeiro debate público sobre projecto de cimenteira em Rio Maior
In Região de Rio Maior, 3 de Dezembro de 2010:
Este debate, moderado por Luís Carvalho, contou com a participação de Domingos Patacho, dirigente da associação ambientalista Quercus, que criticou a Câmara Municipal de Rio Maior plea falta de informação que tem dado à população sobre o projecto de cimenteira. "Inclusive no chamado período de consulta pública, que decorreu, estranhamente, no período de férias de Verão". Patacho alertou para os perigos de saúde que implica uma indústria destas, se for localizada tão perto de áreas residenciais. "Mesmo a Cabeça Gorda, a 10 km de distância, será certamente afectada, dado os ventos predominantes apontarem na sua direcção."
O dirigente da Quercus chamou também a atenção para os prejuízos que a poluição causada pela cimenteira poderá provocar noutras áreas de actividade da economia local, nomeadamente a nível de emprego.
A poluição causada por suiniculturas nas freguesias de S. João da Ribeira e Ribeira de S. João foi outro tema abordado neste debate. Um membro do movimento «Ar Puro», António Santos, o conhecido Tim dos Xutos e Pontapés, afirmou que se trata de uma questão de atraso económico. Citou o exemplo da Dinamarca, "um país onde há mais porcos que pessoas", mas onde este tipo de problemas, como os maus cheiros, praticamente já não existem, porque começaram a ser resolvidos nos anos 60. E com sucesso não apenas a nível ambiental mas também ao nível da sua rentabilidade. Sublinhou que a Dinamarca consegue exportar carne de porco para Portugal a preços competitivos, apesar de praticar salários muito mais elevados que o nosso país. Nomeadamente porque um efectivo tratamento dos dejectos suínos pode ser rentabilizado na produção de adubo e de energia.»
sábado, 13 de novembro de 2010
Foi fundado o Movimento "Ar Puro"
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Populares protestam em Rio Maior contra poluição de suiniculturas
in O Mirante, 30 de Setembro de 2010:
Um grupo de moradores das freguesias de São João
da Ribeira e Ribeira de São João entregou na sessão da Assembleia
Municipal de Rio Maior, que se realizou sábado, 25 de Setembro, um
abaixo-assinado onde manifestam o seu “descontentamento” pela poluição
causada pelas suiniculturas instaladas nas suas freguesias
No abaixo-assinado com cerca de centena e meia de
assinaturas, os moradores nos lugares de Cabeça Gorda, Moinho de Ordem,
Vale da Rosa “e arredores” assumem o seu descontentamento pela
degradação da qualidade de vida e perigo para a saúde pública a que
estão sujeitos. “A poluição causada pelas suiniculturas manifesta-se
regularmente atingindo as nossas casas com intensos maus cheiros e
também com a descarga de dejectos que atinge o rio Maior, afluente do
rio Tejo”, pode ler-se no abaixo-assinado a que O MIRANTE teve acesso
A população exige que autoridades competentes
“actuem” e “cumpram” o seu dever em relação a um problema que se arrasta
há muito tempo.
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